Olá Directioner!
Seja bem-vindo ao ''Up All Night Life saver''
Eu so Gabrielly e hoje trouxe esses minis imagines para vcs!
Especial de natal!
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| que lindos esses bbs! |
HARRY
- Harry, pega as bolas azuis pra mim?
Harry desviou os olhos da televisão e encarou a
namorada, sério mas logo se levantou, mas antes de pegar as bolinhas parou em
frente a imensa árvore de Natal.
-
SeuNome, eu realmente não acredito que você esta montando a arvore na véspera de
Natal
Harry
pegou uma das bolinhas decoradas com Glitter prata e observou a namorada em cima
de uma escada, terminando de enrolar o pisca-pisca no topo.
-
Não é minha culpa Hazza…-ela sorriu - Queria montar a arvore com você. E hoje
é o único dia que você estava livre.
Harry
revirou os olhos e entregou a bolinha para S/N, que sorriu e colocou no primeiro
galho da arvore.
-
Você sabe que daqui a pouco as nossas famílias começam a chegar, né? - Harry
perguntou meio desconfiado.
-
Sei sim… - SeuNome desceu da escada - E é ótimo, porquê eles me ajudam. Vai ser
legal… Todos enfeitando a grande arvore juntos, cantando musicas do estilo
Jingle Bell e depois sentando numa enorme mesa.
Harry
gargalhou e abraçou a namorada pela cintura, e SeuNome espalmou suas mãos no
peitoral de Harry.
-
Você esta cheirosa… - Harry afundou o rosto no pescoço de SeuNome.
-
E você nem esta pronto - SeuNome separou seu corpo do de Harry - Anda, vai se
arrumar! Como você disse, daqui a pouco nossas famílias chegam. E você vai
estar aí, de cueca e uma blusa de moletom, todo largadão.
Harry
sorriu e caminhou até a escada, em direção ao banheiro.
- Estou
indo… Mas antes eu queria dizer uma coisa
-
Fala - SeuNome disse, andando até a arvore e colocando mais algumas bolinhas nos
ramos de baixo.
-
Esse vai ser o melhor Natal da minha vida - SeuNome encarou ele confusa - Vai ser o
meu primeiro Natal com a garota que eu realmente amo.
SeuNome sorriu e Harry subiu as escadas. Foi aí que ela o ouviu gritar lá de cima.
- Ahm...querida?
- Sim Harry.
- Vem me ajudar a colocar outra cueca.
- Harry, fala baixo, os vizinhos vão ouvir!
- Ei vizinhos, vão se ferrar!
- Harry!
Cadê seu espírito natalino?- ela só o viu descendo as escadas correndo e
vindo até ela. Harry tinha uma cueca vermelha com o rosto de uma rena
na frente. Ele sorriu com uma cara que lembrava muito um cupcake e ela
riu.
- Vai ficar linda em você!
LOUIS
Estava
nevando demais. SeuNome amava neve, quando os flocos caíam em cima de
si, de usar toucas e cachecóis, achava que no Natal as pessoas ficavam
mais sorridentes, mais bonitas, menos fedidas do que no verão. Okay, ela
prometeu a si mesma que não iria ficar fazendo graça na ceia. Saiu de
casa o mais rápido que pôde após telefonar para um táxi. Com ele, foi
até o centro da cidade onde naquela hora da tarde já não havia mais
tantas pessoas na rua. É claro, todos já estavam em casa se preparando.
Ela devia ser a única boba que tinha que pegar um ônibus para ir para a
casa de sua família.
Chegou na estação e comprou uma passagem, demoraria uma meia hora
para que o próximo ônibus para Doncaster passasse. Resolveu ir comprar
um café bem quente ali perto e voltou andando, aquecendo as mãos com o
próprio copo. SeuNome sentou-se num banco ali na estação enquanto
algumas pessoas com malas passavam por ela. No canto oposto do banco
estava um garoto sentado e mexendo no celular. Quer dizer, aquilo não
podia ser chamado de sentar. Ela olhou-o de canto, ele era bem bonito, olhos verdes, cabelo
castanho linho, armado em um topete, e ele não parava quieto no banco, parecia que
era muito pequeno para a bunda que tinha. Será que pelo tamanho da bunda ele não conseguia sentar e por isso se mexia tanto?
- Com licença, desculpe atrapalhar, mas tem algo incomodando?-ela
perguntou quando não conseguia mais ignorar a inquietação dele.
- Ahm, não. Por quê?
- Por nada. -ela respondeu. Ele murmurou "hm" e voltou a atenção ao
celular. Ali ficou silencioso por alguns segundos, até ele dizer:
- Frio não é?-falou ao perceber que ela o observava.
- É…-disse sem jeito voltando
minha atenção para seu café.
SeuNome terminou de beber calada e jogou o copo fora em um lixeiro que
havia ao seu lado. Logo percebeu o garoto bufar e olhou para ele que
ficou sem jeito.
- Ah, nada! É que...hoje é meu aniversário e não vou poder ir para casa.
- Sinto muito.
- Tudo bem...-disse desolado. Ela sentiu algo como uma enorme pena ao ver seu rosto triste.
- Que demais, seu aniversário é na véspera de Natal.
- Pois é...
Quando SeuNome olhou para frente, percebeu que seu ônibus
estava saindo. Ela levantou rapidamente e correu até ele enquanto se
afastava cada vez mais do ponto. Por mais que corresse não conseguiria
alcança-lo. Droga! Desistiu. Havia prestado atenção demais no garoto e
esqueceu do ônibus. Como iria para casa agora? Voltou até o banco vendo o
lugar deserto. Apenas aquele garoto ali, mexendo no maldito celular.
Ela brava, pegou a mala que tinha deixado ali, quando ele a olhou.
- Perdeu o ônibus?
- O que lhe parece?-ela respondeu rispidamente.
- A culpa foi minha, né?
- Não, foi das estrelas. -ele riu.
- Vem comigo, eu te dou uma carona até a sua casa.
- Não vai dar, eu estou indo para Manchester. -ele pareceu se animar quado disse a ultima palavra.
- Eu sou de lá! Agora que vou te levar.
- É que...-ela olhou em volta. -Não posso pegar carona com estranhos. Além do mais é uma longa viagem.
- Podemos nos conhecer no caminho. Sei que parece loucura, mas eu nunca
fui muito certo mesmo, então...sou Louis Tomlinson. -ele estendeu a mão.
Ela apertou sua mão se dando conta de que aquele Natal prometia.
LIAM
"Querido Papai Noel. Sou eu, SeuNome.
Eu preciso da sua ajuda esse ano. Deixe-me esclarecer isso.
Eu realmente o amo, e tem sido um pouco difícil porque ele está na cidade apenas para as festividades.
Amanhã ele vai voar para longe. Para longe de mim. "
SeuNome dobrou o papel rapidamente ao ouvir passos vindos da cozinha. Ouviu um riso em seguida, e olhou para trás curiosa.
- Escrevendo cartas para o Papai Noel, SeuApelido?-pediu sua mãe.
- Estou, por quê? Não pode?
- Pode sim. Mas você já está grande para isso. -ela ignorou esse
comentário e abriu o papel novamente. Pegou a caneta colorida e
continuou.
"Eu não preciso de outro presente. Eu só tenho um desejo.
Esse ano, esse ano você pode...
Apenas fazer nevar na Califórnia? Eu me contento até com a chuva...
Não quero que ele vá amanhã de
manhã. Sei que estou pedindo pelo impossível, mas eu acredito em
milagres. Eu quero meu amor aqui comigo...Me dê algo para fazê-lo ficar. "
Seus dedos foram interrompidos pelas batidas na porta. Que horas eram?
Ela procurou rapidamente pelo relógio, não era possível que já tivessem
chegado. Amassou o papel e jogou num canto da escrivaninha. Olhou para a
janela e viu o carro deles lá embaixo. Desceu rapidamente sem nem se
olhar no espelho, seu coração parecia que ia pular do peito. Sua mãe
sorriu encontrando-a no final das escadas e foi abrir a porta. Eram os
Payne, Geoff entrou primeiro, vestido num suéter e abraçou mamãe, em
seguida, Karen. Ruth e Nicola vieram depois, e por último, o irmão mais
novo, Liam Payne entrou. Seus olhos pareceram procurar por algo na sala
extensa. Seus olhos encontraram os de SeuNome que estava na escadaria e
ela terminou de descer na mesma hora, indo cumprimentar a todos. Deixou
Liam por ultimo e quando o abraçou, tentou apertá-lo o máximo possível e
guardar o cheiro dele em sua mente. Ficaram alguns segundos assim, e
ele cheirando o cabelo dela, mas ele os separou logo, antes que seus
pais notassem algo estranho. Durante o jantar, a família de ambos não
notou nada. Os dois se amavam, mas não podiam. É claro, Karen era irmã
da mãe de SeuNome, o que os tornavam primos. E de qualquer forma, era
estranho. Suas famílias sempre foram muito unidas, e eles amigos de
infância. Mas ultimamente, se viam muito pouco, a família Payne era de
Wolverhampton. Depois de comer a sobremesa de sua mãe, os pais deles
ficaram conversando na sala de jantar, enquanto Liam puxou SeuNome até a
sala de estar onde a lareira estava acesa e a sala com pouco
iluminação. Ele terminou de contar-lhe uma piada e eles se sentaram no
sofá. Passaram a olhar o fogo reluzente, mas SeuNome não podia achar
outra coisa mais bonita do que o rosto de seu primo.
- Liam...
- Oi SeuNome. -ele virou-se para ela.
- Eu senti mesmo muito a sua falta.
- Eu também senti. -ele sorriu. -Você devia ir lá nos visitar. Eu queria te ver mais.
- Sempre que eu tenho que ir na sua casa, você me obriga a ficar vendo filmes da Disney com você!
- Qual é, você disse que gostava!
- Por que você sorri quando eu digo isso.
- O cowboy é bonitinho, SeuNome.
- Isso é gay. -eles riram.
- Ei. -ele falou quando eles pararam de rir. -Você tem um pouco de
chocolate quente no canto da sua boca. -SeuNome achou que ia morrer de
vergonha nessa hora. Mas em vez de tirar, ela olhou para a boca de
Liam.
- Eu queria poder dizer o mesmo. Mas você é certinho e usa guardanapos.
- Todo mundo usa guardanapos.
- Néh!-ela riu e ele logo fez o mesmo. O sorriso dela era lindo.
- Eu posso provar pra você que não sou gay nem certinho.
- Pode?-riu. Ele balançou a cabeça e aproximou a sua com cuidado.
SeuNome se sentiu gelada naquela hora. Ela o amava de uma maneira que só
Deus a entenderia. Quando Liam umedeceu os lábios denunciando que a
beijaria, ela sentiu que não haveria presente de Natal no mundo que
fosse melhor. Eles se beijaram pela primeira vez, ela queria ficar nos
movimentos dele para sempre mas infelizmente, os pais dele apareceram
fazendo-os se separarem. O clima na sala ficou estranho, a luz foi acesa
e Geoff e Karen os encaravam. Naquela noite, SeuNome foi dormir se
sentindo culpada, mas completa, finalmente.
No outro dia de manhãzinha, o carro que buzinava lá embaixo a fez sair
do banho rapidamente. SeuNome se vestiu e correu para o andar de baixo,
seu tio Geoff e uma das filhas iam para fora em direção ao carro.
- Karen, meu bem, o carro chegou!-a mãe de SeuNome anunciou da cozinha.
De lá, ela e tia Karen saíram. Logo da sala se levantou Liam com uma
expressão não muito boa, estava na cara que ele não queria ir. "Fique"
se formou na boca dela, mas a palavra não saiu por falta de coragem. O
carro buzinou novamente e naquela hora, Liam saiu seguido pela mãe dela e
a dele, que se despediam melosamente. Liam olhou para SeuNome mas não
teve coragem de dizer nada. O celular de Geoff tocou, e ele atendeu
mandando o motorista esperar. Foi nessa hora, que a chuva começou a
cair. O pai de Liam foi avisado que o voo deles havia sido cancelado,
por causa da chuva que caía em cima deles naquele momento.
NIALL
- Terminou de
embrulhar o presente? Porque eu realmente estou precisando de ajuda, amor.
Niall estava
inquieto, meio nervoso talvez. O motivo era SeuNome, que estava a horas tentando
embrulhar o presente de natal de sua melhor amiga, Melody.
- Terminei sim. -
SeuNome sorriu e se levantou - O que você quer?
- Precisamos
comprar o presente do Theo - Niall sorriu - Viajamos amanhã de manhã e eu tinha
me esquecido completamente.
- Você quer ir hoje
no shopping, é isso? - SeuNome perguntou e Niall assentiu - Ta louco? O shopping esta
cheio. Se você quiser arriscar sua vida, pode ir, mas eu não quero morrer
jovem.
- Por que essa agressividade, garota?
SeuNome ajeitou sua
blusa e foi até a cozinha, com Niall a seguindo.
- Por que SeuNome? -
Niall disse e puxou-a para perto
- Olha, o shopping tá cheio. Sabe o que isso quer dizer? - Niall negou - Morte. Isso quer dizer
que vai todo mundo ficar pedindo pra tirar fotos, e bla bla bla.
- E se formos
disfarçados? - Niall sorriu malicioso.
- E se você ligar
ou pedir para um dos seguranças irem? - SeNome imitou a voz de Niall - Fala sério,
ainda nem fizemos as malas. E como você disse, é amanhã de manhã o nosso voo.
Niall revirou os
olhos e saiu da cozinha, retirando do bolso o celular. SeuNome o seguiu, na
intenção de escutar a conversa, uma tentativa falha. Quando percebeu,
Niall já se aproximava, sem o telefone nos ouvidos.
Puxou S/N pra mais
perto e a selou.
- Problema
resolvido? - SeuNome perguntou agarrando a nuca do namorado.
- Sim - Niall
sorriu - Vamos subir.
S/N sorriu
maliciosa e desceu sua mão livre para baixo, descendo pela cintura dele, mas foi impedida pela mão macia
de Niall.
- Para fazer as
malas, mocinha - ele disse e gargalhou.
SeuNome bufou e ambos
subiram as escadas. Lá em cima, eles se olharam e em seguida para a mala
aberta em cima da cama. Daria trabalho. Era bem mais fácil ficar
vagabundeando em vez de fazer o que devia ser feito.
- Nialler...
- Tá bom, eu já entendi. -ela o olhou confusa. -Já entendi qual o motivo
do seu mau humor, do meu meu mau humor, e do mundo estar essa bosta. Eu
sei que é Natal, mas parece que todas as pessoas que eu vi hoje estão
cocozentas. -SeuNome gargalhou achando que agora ele tinha se superado.
- Da onde você tira essas coisas?-ele levantou a sobrancelha.
- Sério SeuNome, você não está sentindo que tem alguma coisa errada?-ela
cruzou os braços apoiando o peso do corpo em uma das pernas.
- Então qual o motivo?-mal terminou de perguntar e sentiu um peso em
cima de si após ser bruscamente jogada ao lado da mala aberta. Ela
sorriu e ele sussurrou:
- Falta de sexo natalino. -SeuNome riu e Niall lhe deu um beijo na testa.
ZAYN
"Jingle Bell, Jingle Bell, Jingle Bell Rock..."
Essa deveria ser a milionésima vez que essa música ecoava lá fora, as
crianças vestidas todas iguais cantavam nas portas das casas com papeis
dobrados exatamente iguais também. SeuNome já tinha colocado o gelinho
no telhado com a ajuda do pai, sua mãe estava na cozinha preparando a
ceia e ela tentava descansar no aconchego do sofá, mas estava sendo
completamente em vão por causa daquela barulheira que transparecia das
janelas mesmo fechadas. Nevava com moderação, de maneira com que pela
janela mesmo suja de neve eu pudesse ver os milhares de enfeites
natalinos na rua, as janelas acesas das casas e as luzes fluorescentes. A
tv estava num volume baixo, ela também não queria prestar atenção. A
verdade é que já era tarde, a ceia sempre acontecia atrasada, e isso se
repetia todos os anos. Ouviu uns barulhos na porta e levantou-se de mau
humor, quando abriu bocejando, só viu aquelas crianças chatas cantando
aquela música chata em sua porta. SeuNome fingiu um sorriso e depois de
alguns minutos ouvindo-os cantar, percebeu um ser mais alto tentar
passar empurrando as crianças que começaram a gritar na mesma hora. De
felicidade. SeuNome sorriu e cruzou os braços. Zayn vestido de Papai
Noel segurando um saco vermelho a fez rir enquanto ele tentava chegar
até ela.
- Saiam crianças, vocês não vão ganhar nada por serem tão chatas a ponto
de ficarem incomodando as pessoas com essa cantoria. -SeuNome riu e
algumas crianças começaram a chorar. -Não, não! Eu estou brincando, vou
na casa de vocês quando estiverem dormindo, eu prometo!-elas saíram
correndo e Zayn abriu um sorriso pra ela. Zayn Malik era o pilantra mais
odiado de todo o bairro. E ele também era o seu melhor amigo da escola.
SeuNome entrou em casa seguida por ele que fechou a porta para ela, na
maior intimidade.
- Quem é, filha?-mamãe gritou da cozinha.
- É o Zayn!
- Manda ele ficar para a ceia!-gritou de volta mas dessa vez foi ignorada.
- Mas então Zayn, que droga é essa?
- Eu pensei em ficar para a ceia. -abriu um sorriso que mostrava todos os dentes. Era engraçado de olhar.
- Ham...-fingi pensar. -Não, caí fora daqui! Você me deixou fazer o ultimo trabalho do bimestre sozinha!
- Mas eu sou seu melhor amigo. -ela o empurrava para fora. -Eu trouxe presentes!
- Conta outra. -fechou a porta em sua cara e começou a rir da situação.
Nisso, sua mãe lhe chamou para o jantar. Após a confraternização e os
votos em família, SeuNome se sentindo cansada foi para sua cama. No meio
da noite, começou a ter um pesadelo e após isso não conseguiu mais
dormir. Deduziu que seria porque havia comido demais, talvez. Desceu as
escadas bocejando e da escadaria viu a sala apenas iluminada pela
lareira ainda acesa. Foi então que sua atenção foi tomada para a árvore
de Natal, onde ao lado havia uma figura vermelha falando sozinha. Por um
momento ela até se sentiu paralisada de medo.
- SeuNome Completo, 17 anos, não foi uma boa menina esse ano.
- Cara, que susto!-disse com a mão sobre o peito. -Vou matar você!
- Não pode matar o Papai Noel!-ela riu baixo e terminou de descer as
escadas. Só podia ser brincadeira. O que Zayn ainda vestido daquele
jeito fazia na sua sala de estar as 4 e pouco da madrugada?
- Zayn! O Papai Noel não tem 17 anos.
- Eu sou o filho dele.
- Mas...ele não tem filhos.
- Claro que ele tem, eu estou aqui.
- Ridículo. -sussurrei, tentando não fazer mais nenhum barulho.
- É por causa disso que não vai ganhar nada nesse natal, e nem no próximo, e nem o próximo-próximo, menina mal educada.
- Tá bom Zayn, chega dessa brincadeira idiota. O que você quer?
- Saber com quem você vai sentar ano que vem. E...biscoitos e leite.
-ela não pôde segurar o riso dessa vez. Ele parecia tão fofo.
- Eu não acredito em Papai Noel, Zayn, eu quero dormir. Amanhã é Natal e
isso é invasão, por favor! Eu chamo a polícia se você não sair.
- Chama e diz que o Papai Noel Malik está na sua casa te vendo com esse
pijama minusculo. -ela olhou para baixo automaticamente vendo seus
trajes. -Vai SeuNome, me dá um biscoitinho. -fez bico.
- Vem porra, vem. -andou até a cozinha e Zayn a seguiu. Ele se sentou na
bancada e ela abriu a geladeira, pegando leite e alguns cookies na
prateleira. Em seguida um copo e um prato, colocando tudo no balcão.
- Sirva-se. -Zayn a olhou e fez careta, pegando as coisas.
- Achei triste você me expulsar hoje mais cedo. Achou que eu não ia
voltar, né humana?-após colocar o leite no copo, bebeu. SeuNome apenas
olhava aquela cena querendo se livrar logo dele, por mais que tivesse
que admitir que aquela era a cena mais linda que já havia visto.
- Achei. -disse apenas, o contemplando. Como nunca havia percebido o quão bonito seu melhor amigo era?
- Sabe, quando eu transo com humanas meu pênis brilha. -ela riu.
- Qual é, melhor amigo.
- Só pra avisar. Tipo, luzes de Natal.
- Isso é demais. -os dois riram.
- SeuNome.
- Oi Zayn...-ele a olhou feio. -Oi, Papai Noel Malik.
- Eu trouxe o seu presente. -abriu seu saco vermelho e tirou uma
caixinha quadrada e deu a ela. SeuNome olhou e sorriu para ele. -Sabe,
agradecimento por ter feito aquele trabalho da escola sozinha enquanto
eu me divertia. Você é minha melhor amiga, e eu te amo. -um sorriso
enorme e verdadeiro surgiu no rosto dela. A pureza de suas palavras a
deixava emocionada. Era isso o que mais amava em Zayn. Abriu a caixa e
viu um colar com um pingente que não conseguiu distinguir o que era.
olhou confusa para ele. -É uma erva mágica, SeuNome. -ela riu e bateu em
seu braço.
- Que sem graça Zayn!
- Mentira, é um coração. Essas coisas que garotas gostam. -sorriu e ela
se aproximou. Estava tão próxima que sentia-se afogar aos poucos na
imensidão escura que eram os olhos dele, era quente, irrecusável. Os
olhos dele seguiam sua boca e então ela selou seus lábios. Ela sentiu a
mão dele em seu rosto a puxando novamente para perto e então a beijou
com intensidade. SeuNome os separou quando ouviu um barulho na escada.
- Alarme falso. -falou mais calma. Mas meio sem graça por causa do
beijo. -Ei...obrigada por invadir a minha casa, Noel. -sussurrou bem
perto dele.
- Não tem de quê. -ele sussurrou de volta.
Fiiiim
